sábado, 21 de setembro de 2013

MC CATRA

Em meados da década de 1980, como guitarrista, montou uma banda de rock denominada O Beco, que chegou a fazer um relativo sucesso em festas particulares, escolas e faculdades.
Na década de 1990, em parceria com o ex-VJ da MTV, o paulista Primo Preto (que havia lhe conseguido um contrato com a Zâmbia Records, gravadora independente de São Paulo, responsável pelos primeiros discos dos Racionais MC's), criou a empresa Rapsoulfunk, como gravadora, grife de moda e organizadora de bailes funk e shows de hip hop no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Em 1994, lançou seu primeiro disco "O Bonde dos Justos", emplacando o hit "Vida na cadeia". As canções de temas fortes chamaram a atenção da Warner Music que lançou, em 1999, o CD "O fiel".
Em 2001, juntamente com MV Bill, lançou o Partido Popular Poder para a Maioria (PPPomar), o qual abandonou no ano de 2002 por divergências com Celso Athayde, proprietário da Produtora Hutus e empresário de MV Bill e dos Racionais MC's. Ainda em 2002 foi indiciado por apologia ao crime, devido às letras de suas músicas, principalmente a da composição "Cachorro", um de seus maiores sucessos, que versa sobre policiais corruptos. Sobre o assunto ele esclareceu posteriormente em entrevista: "Não sou cúmplice do crime, sou cúmplice da favela. Não estou fazendo apologia ao crime, estou é relatando uma realidade."[carece de fontes]
Em 2004, a Rapsoulfunk foi responsável pela contratação de artistas do universo hip hop para o "Festival Hip Hop Manifesta", o principal daAmérica do Sul. O evento aconteceu no Riocentro e entre os nomes internacionais contratados destacaram-se os rappers estadunidenses Snoop Dogg e Ja Rule.
Em 2012, gravou junto com Neymar e Alexandre Pires o clipe da música "Kong".
Suas composições estão incluídas na série de CDs piratas "Proibidão do rap", ao lado de músicas que enaltecem o Comando Vermelho, uma das facções criminosas do Rio de Janeiro. Sobre essas gravações, certa vez declarou em entrevista ao Jornal do Brasil: "Aquilo não era nem pra ser gravado e comercializado. Simplesmente vamos aos bailes, às rádios e cantamos com a rapaziada." [carece de fontes]..
Em meados da década de 2000, começou a obter notoriedade nacional com seus funks paródicos. Como "Adultério", paródia do hit dos anos 80 "Tédio", da banda Biquini Cavadão. A música entrou em diversas coletâneas de funk e tocou em rádios do Rio de Janeiro. Catra então passou a adotar um discurso mais apelativo para o lado sexual em suas letras de forma humorosa e explícita.
Em, 2009 Catra fez uma participação na música "Mansão Thug Stronda" do Bonde da Stronda, em 2010 na música "A gente faz a festa", do grupo Exaltasamba e em 2012 na canção "Mama", de Valesca Popozuda.

Vida pessoal

Filho de Manoel e Elza Costa, nasceu e foi criado no Morro do Borel, no bairro da Tijuca, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. É filho de criação de Edgar Marcos Molina, primo de João Luiz Duboc Pinaud, Secretário Estadual de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. É pai do cantor Alandin MC.1
Na década de 1980 frequentou o Colégio Pedro II (Unidade Tijuca), onde, de acordo com ele, teria atuado como líder estudantil. Participou da reabertura do Grêmio Estudantil.[carece de fontes]
Reside no bairro da Glória, no Centro da cidade, sendo pai de 20 filhos, atualmente possui 3 mulheres que dizem não sentir ciúmes entre elas, além de serem favoráveis às práticas do marido. Defende o que ele chama de "judaísmo salomônico", uma referência ao Rei Salomão, que possuía inúmeras mulheres e concubinas. Catra alega ter se convertido ao judaísmo após uma visita ao Muro das Lamentações.2

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